SECHIISLAND: A VIDA COMO OBRA DE ARTE
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SP, 2025, DOCUMENTÁRIO, 78 min., Cor, Digital
Classificação indicativa:
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Sinopse:

No interior da casa de Sechi, vida e arte confundem-se num fluxo intenso que mistura o cotidiano de um portador de diabetes tipo 1, a arte bruta e a luta pela sobrevivência. O atelier, farol para artistas do interior, já acolheu inúmeros criadores e residências artísticas, mas há dez anos enfrenta desafios que ameaçam a sua continuidade.

FICHA TÉCNICA:

Direção e Roteiro: Cláudia do Canto, João Paulo Miranda Maria
Produção Executiva: Raphael Paes (Gijano)
Direção de Produção: Fernanda Tosini
Co-produção: Lucas Pelegrino
Distribuição: LPB Content
Direção Musical: Som de Black Maria
Montagem: Cláudia do Canto
Supervisão e Desenho de Som: Léo Bortolin e Isadora Maria Torres
Colorização: Denis Augusto
Mixagem: Guile Martins

Direção

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Cláudia do Canto, João Paulo Miranda Maria

Mini bio

Cláudia Seneme do Canto é cineasta e professora doutora de Artes em Santa Gertrudes. Graduada em Artes pela PUC-SP, é mestre, doutora e pós-doutora em Educação pela Unesp. Em 2016, foi premiada em Cannes como produtora de “A Moça que Dançou com o Diabo”. Em 2025, seu primeiro longa, “Sechiisland: A Vida como Obra de Arte”, integrou a seleção oficial do PortoPostDoc, em Portugal.

João Paulo Miranda Maria é diretor de cinema, com filmes exibidos e premiados em festivais como Cannes, Veneza, Toronto, San Sebastián e Chicago. Dirigiu os curtas Command Action, A Moça que Dançou com o Diabo e Meninas Formicida, além do longa Casa de Antiguidades. Cláudia do Canto é professora, pesquisadora, roteirista e diretora, pós-doutora em Educação pela Unesp, com atuação destacada no cinema e nas artes, assinando curtas e o longa Sechiisland.

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