A FABULOSA MÁQUINA DO TEMPO
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PI, 2026, DOCUMENTÁRIO, 70 min., Cor, Digital
Classificação indicativa:
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Sinopse:

No sertão do Piauí, meninas de 10 anos navegam entre TikTok, cultos evangélicos e sonhos de futuro. Ao inventarem uma máquina do tempo, revisitam as histórias duras de suas mães e avós, marcadas pela pobreza e desigualdade, e viajam para um futuro onde se enxergam livres e realizadas. Entre brincadeiras e fabulação, elas questionam o que significa se tornar mulher. Um filme sobre o delicado limiar entre infância e adolescência, narrado por quem ainda está vivendo essa travessia.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Eliza Capai
Produção: Mariana Genescá
Montagem e Roteiro: Daniel Grinspum e Eliza Capai
Direção de Fotografia: Carol Quintanilha
Som direto: Luisa Lemgruber
Direção de Produção: Clarice Rios
Ass. de Produção: Jac Melo
Trilha Sonora Original: Décio 7 com participação especial de Juliana Linhares
Desenho de Som: Daniel Turini
Supervisão de Som: Marília Mencucini
Mixagem: Julia Teles
Colorista: Maisa Joanni
Coord. de Pós: João Gila
Estrelando: Alice, Ana, Ana Vitoria, Joice, Laiane, Larissa, Laura, Lorenna, Manu, Manuellinha, Safira, Sophia, Thaemmy, Thabata

Direção

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Eliza Capai

Mini bio

Documentarista de temas relacionados a gênero e sociedade, Eliza Capai está entre os 10 brasileiros convidados para ingressar na Academia do Oscar em 2025. Seu novo longa-metragem "A Fabulosa Máquina do Tempo" foi o filme de abertura da mostra Generation Kplus do Festival de Berlim, conquistou o prêmio de  Melhor Feito Técnico-Artístico no Festival de Guadalajara, e está percorrendo diversos festivais. A série "O Prazer é Meu" (2024), que Eliza idealizou e dirigiu, foi nomeada ao Emmy Internacional 2025 na categoria "Documentário". Seu longa “Incompatível com a vida” (2023) foi premiado como Melhor Filme no É Tudo Verdade, se qualificou para o Oscar 2024, além de escolhido para representar o Brasil nos Premios Platino, eleito o melhor documentário de 2023 da APCA e teve uma versão curta publicada no The New York Times. Eliza também assina a direção da primeira série brasileira true crime original Netflix "Elize Matsunaga: Era uma vez um crime" (2020), lançada em 190 países, alcançando Top10 em diversos países, incluindo Brasil e EUA. "Espero tua (re)volta", seu terceiro longa, estreou na Berlinale (2019), com os prêmios da Anistia Internacional e da Paz, participou de outros mais de 120 festivais e ganhou mais de 25 prêmios. Seu primeiro longa, “Tão Longe é Aqui” (2013), foi lançado com o prêmio de Melhor Filme no Festival do Rio, entre outros prêmios no Brasil e no exterior. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo, completou sua formação no OpenDocLab/MIT (EUA).

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